Le Dulce - Aldrin

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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Sex 12 Set 2008, 22:35

Amanda age:
abraçou-o, ali mesmo, da forma mais gentil e carinhosa que conhecia, como uma mãe abraçaria o filho triste da vida. Colocou o rosto de Edmond em seu ombro esquerdo e ali ficou por algum tempo.
*Edmond simplesmente recebe o abraço, sem nenhum tipo de outra intenção neste instante, apenas fica ali parado. Até receber o incentivo dos seus "amigos".*

Bastian "anima" Edmond:
- Edmond! Levanta o traseiro daí! Pode chorar depois, porque o trabalho não acabou! Tem uma porta te esperando... Não é tu o homem das portas?
Lori fala:
-Você QUASE morreu, daria para fazer valer o esforço de todos e se levantar?Logo estaremos em perigo e nem poderemos contar com sua mão...Tsc, que grande companheiro você esta se saindo.E...não importa qual chama você creia, todo o ser com decisão e vontade em seu coração, achara o perdão atraves de seus atos....E se quer comecar..cante algo para nós, todos precisamos do seu animo e de você aqui.Não importa quão pecador julgues que tenha sido em sua vida,para nós , és apenas um bom amigo e um otimo cantor.É um sincero companheiro, levante-se e seja quem você é!

*A voz de Edmond volta a sua vivacidade habitual, o sorriso volta a seus lábios, ele sente ainda os olhos da garotinha o atormentado mas por alguma razão isso não tem mais importância, ele tinha um dever, um mal a expurgar, e..."Eu to pensando que nem um paladino, mas que merda é essa? Deus me livre de começar a usar uma capa vermelha e dizer: pela minha fé eu vencerei..ugh... que nojo...eca"*

- Obrigado Amanda!*Edmond beija a face de Amanda*Você fez mais do que eu pediria a qualquer pessoa, obrigado e desculpe o atrevimento, mas eu não consegui resistir a este impeto*sussura para que somente Amanda ouça*você parece um anjo que tenta salvar um homem perdido nas trevas da sua própria alma.*Edmond se levanta*

- Bem, eu acredito que se o Klaus quer *tom de voz sarcastico* descansar*tom de voz normal* então eu posso esperar. Mas creio que a pedidos eu posso lembrar de alguma coisa para cantar...hum... creio que esta é boa, ela foi composta por um amigo falecido meu.

*Edmond volta a cantar com uma vivacidade renovada e seus olhos recuperam o brilho da vida.*
Agarre! Todo! Com sua mão!
Mesmo que seja atingido pelo desespero
Levante-se e seja um solitário GLORIOSO!
O inevitável campo de batalha
Para deixar as suas pegadas em um novo lugar
Mesmo que tenha de pintar um mapa branco de vermelho
VÁ EM FRENTE!
Risco ou menos, é uma combustão espontanea
A flecha borbulhante da esperança
Você a pega e a atira para o amanhã!
Flecha flamejante, corajosamente
Pinte as habilidades da vida
A vida é uma sobreviência,
Preto ou branco só há um caminho a escolher
Eu não preciso apagar a Chama do meu peito
Atravesso esse destemor de poder e força de vontade!!!
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Sab 13 Set 2008, 16:53

*Bastian Suspira resignado. Não gostaria de parar agora, mas entendia que o descanso era necessário. Se levantou e se dirigia para o refeitório. Começa a andar ao lado de amanda e fala.*

- Amanda... Pode nos falar sobre o que houve aqui? O que sabemos é que um homem de negro veio aqui, logo após matar um homem na taverna e declarar que... Agora não lembro bem as palavras, mas com certeza não era uma visita amigável para rezar na igreja. Pode nos contar a tua versão da história?

*No Refeitório, Bastian se encosta na entrada para manter alguma vigilância no corredor e ouvir o que amanda tem a dizer.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Dom 14 Set 2008, 00:33

“ Esse sorriso acabaria com qualquer dragão que pudesse viver ainda em mim.”

*O sorriso de Lori fora pessoal, apenas para ela mesma e oculto enquanto abaixava a cabeça e deixava as palavras de Kael ficarem a se repetir em seus ouvidos. Pena que o momento era tão pouco propicio e precisavam se animar. Felizmente, possuíam uma clériga com o dom da palavra, pois, se dependessem dela ou de Bastian, o pobre Edmond precisaria de muitas garrafas para se animar e, mesmo assim, não possuiria o mesmo efeito que as palavras de Amanda. Os resquícios daquele ciúme tão feminino dissolviam-se no ar, como pequenos odores de um pão recém-assado ao ver a gentileza com que o abraçava... Sim, a verdadeira compreensão existia apenas através da união de seus ideais com os de uma chama.*

- A morte nada resolve, Edmond. A morte é apenas uma porta que atravessamos levando conosco erros e acertos. Não é a morte a sua resposta, mas, sim, a vida. O modo como viveres sua vida de agora em diante marcará o seu amanhã, e seus atos podem ser tão importantes para Deus que a luz de tuas obras poderá nublar o erro cometido, ainda mais se buscares o perdão que te aguarda ansioso. Somos ainda imperfeitos, e erros fazem parte de pessoas imperfeitas, por isso o perdão nos é concedido. Mas não podemos nos manter mais nas sombras. O momento de corrigir erros do passado e preparar as alegrias do futuro é agora pois nada vai mudar se você não fizer nada.

*Klaus arregalou os olhos diante destas palavras, atingido brutalmente em seu íntimo por elas. Amanda não sabia, mas estas palavras tinham sido para ele. Klaus apertou mais firmemente a mão de Lori e a olhou como se esperasse que ela entendesse que ele havia concordado*

*O sorriso da eladrin morria e seu rosto tombava para baixo em perplexa contemplação dos seus próprios pés. Pensava se eles foram sempre pequenos assim? Não, pensava nas palavras dela, concordava com elas, assim como Kael, mas em seu estado de semi-estupor, apenas deixava a mão frouxa na dele. Os erros cometidos,o perdão... Kael parecia ter deixado de lado aquele dia, mas a ela ainda restava se perdoar pelo que ocorrera, por não ter estado lá quando fora necessário, pela sua própria desprezivel imaturidade e covardia. Voltava-se para ele e dava um sorrisinho sem graça e voltava a apertar sua mão... com outra, trêmula e insegura. Mais do que a fé, havia a necessidade de refletir sobre si mesma e sobre seus atos, os do passado e os do presente, pois uma guerreira não sonha com o amanhã.

Já com a epada e o escudo em seus lugares, Lori batia o pé e balancava a cabeca suavemente no compasso da cantoria de Edmond, era o máximo de animação que se permitia, enquanto passava pela porta regressando ao refeitório. No caminho, dava a Kael um sinal afirmativo com a cabeça, incrédula quanto ao que ele pedira, mas confiando em suas estratégias de batalha. Pois acreditava que iriam falar disso... não era? Embora...aquela fosse uma ótima oportunidade para ela, Lori, aproveitar e dizer uma coisa ou duas sobre sentimentos.

Por isso, atravessa o refeitório com olhares atentos e ia até a porta de saida onde, instantes antes de sair, desembainhava a espada e abria a porta, encontrando a área livre e úmida da aldeia*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lucius em Dom 14 Set 2008, 12:11

Edmond escreveu:- Obrigado Amanda!*Edmond beija a face de Amanda*Você fez mais do que eu pediria a qualquer pessoa, obrigado e desculpe o atrevimento, mas eu não consegui resistir a este impeto*sussura para que somente Amanda ouça*você parece um anjo que tenta salvar um homem perdido nas trevas da sua própria alma.*Edmond se levanta*

*A clériga, surpresa pelo beijo inesperado, apenas cora muito, ainda mais depois de ouvir a referência a anjo nas palavras de Edmond. Ela apenas acena positivamente com a cabeça, desculpando-o pela intimidade demonstrada e seguindo para o refeitório com os demais, um tanto alegre por ouvir o ferido especialista retomar o bom ânimo que tinha durante a batalha.*

Bastian escreveu:- Amanda... Pode nos falar sobre o que houve aqui? O que sabemos é que um homem de negro veio aqui, logo após matar um homem na taverna e declarar que... Agora não lembro bem as palavras, mas com certeza não era uma visita amigável para rezar na igreja. Pode nos contar a tua versão da história?

*No refeitório, Amanda pensava sobre a pergunta de Bastian, tentando lembrar-se de algo que não fosse gritos e correria. Então começou a falar, em voz baixa:*

- Eu... eu não cheguei a ver nossos atacantes. Eu estava no corredor quando ouvi gritos vindos da cozinha e da entrada principal. O irmão... Wallen.... *Amanda viu o corpo do sacerdote no chão da cozinha, o mesmo que atacara Bastian.*... puxou-me pelo braço e disse que entrasse no escritório do Administrador e de lá não saísse até tudo estar resolvido, e que eu rezasse por eles. Eu... eu não pude fazer nada. - *Lágrimas começavam a se formar em seus olhos.* - Apenas rezei dia e noite e... e...- *Amanda interrompe as palavras, enxugando as próprias lágrimas ao perceber-se tão transtornada.*

- Desculpem-me. Eu não devia estar chorando, não é? Ainda mais diante da salvação que Deus mandou até mim. Eu deveria estar agradecida. - *Formou um sorriso com seus olhos ainda úmidos pelas lágrimas.* - Sim, eu agradeço muito a Deus por ter nos enviado vocês para purificarmos a casa que me acolheu por tantos anos. Falando nisso...

*Amanda aproximou-se de Edmond, pois se ele ignorava a gravidade dos ferimentos que tinha, ela não ignorava. Ela o fez sentar-se em uma das cadeiras e disse:*

- Eu vou fazer umas preces para recuperar minhas forças. Descanse um pouco enquanto isso. Deus me dará mais poder para cuidar de seus ferimentos.

*Amanda sorri para Edmond, buscando a sua concordância, então, caso não seja interrompida, ela irá até a porta, com a face voltada para cima mas com os olhos fechados, conversando com o céus em sua mente por longos cinco minutos.*

*Lá fora, Klaus apoiara a mão esquerda na árvore frondosa, enquanto contemplava as planícies que se estendiam através da rua entre duas casas do vilarejo. Pensava em sua terra, suas lembranças do passado. Ao ouvir que Lori aproximava-se, ele tirou a mão da árvore e voltou-se para ela. Como os anos haviam sido duros para eles! Quanto sofrimento não haviam suportado! E tudo por causa da incompreensão que tinham um com o outro. Era hora de acabar com aquilo! Era hora de livrar-se da última coisa da qual se arrependeria de não ter feito caso morresse.

Klaus fechou os olhos, lembrando-se da pequena Lori que andava com ele, com quem sentia amizade e cumplicidade. Lembrou-se das frases ditas hoje, das discussões e confissões, umas sobre as outras, em meio à dor e ao medo de morte. Então abriu os olhos e viu a guerreira Lori diante dele, disposta a morrer pelo que acreditava em qualquer combate que se lhe apresentasse. Ele sabia que ela se tornaria assim. Sabia que ela precisaria de alguém para sustentá-la, apoiá-la e encorajá-la no campo de batalha. Os clérigos faziam isso, mas Klaus não suportava o sacerdócio, o mesmo sacerdócio que ele acreditava até hoje que havia roubado ela de perto de si. Restara-lhe somente a saga dos Warlords, os comandantes do campo de batalha, que com seus gritos confiantes mantinham soldados alinhados e de pé, não importando as dificuldades que se apresentassem. Klaus tinha outros sonhos mas, por ela, Warlord havia sido a sua principal escolha. O resto viria depois, se pudesse vir. Agora era a hora dela. Klaus invocou toda a coragem que havia acumulado e olhou Lori com sérios olhos, falando em voz grave:*

- Lori... antes você disse que ao sairmos faríamos valer todas as palavras entre nós, as boas e as ruins, mas eu não posso esperar até isso acabar. Eu preciso fazer isso agora.

*Klaus virou o rosto levemente de lado, tentando arranjar o melhor modo de dizer suas próximas palavras:*

- Nós já sofremos muito até hoje... sofremos muito... separados. Cada um imerso em sua própria treva, impedindo-nos de sermos felizes um dia sequer depois daquela noite. Somente hoje eu percebi por que você se tornou assim. Você não fez isso porque sentiu-se em dívida com o paladino, mas porque culpou a si mesma pelo que aconteceu. Eu finalmente entendi isso nas suas palavras durante nosso último combate.

*Klaus voltou seus olhos para Lori novamente, para ter certeza de que sua mensagem seria recebida:*

- Lori, o ataque do dragão não foi culpa sua. Nunca poderias tê-lo impedido de fazer o que ele fez naquela época, não importa o quanto tivesse treinado antes daquilo. Ainda eras apenas uma criança, e crianças devem ser protegidas por adultos, como somos hoje, e não o contrário! Muitos adultos eladrins morreram tentando nos proteger aquela noite, mas mesmo com todos os seus esforços, crianças morreram. Se você se sente mal pelos eventos daquela noite, saibas que fez o melhor que pôde depois daquilo. Tornou-se capaz de enfrentar bestas horrendas sem medo no coração e sua espada é mortal para elas. Parabéns pelo o que você se tornou: uma heroína eladrin. Mas heróis também são amados. Heróis também possuem suas vidas. Heróis, mais do que ninguém, merecem ser felizes pelos objetivos sublimes que alcançaram, lutando pelo bem do próximo acima do próprio bem-estar. Nenhum povo quer que seus heróis tenham vidas sofridas quando não precisam ter, como penitentes de crimes que não cometeram, mas sim ajudaram a combater. O mal do mundo não é culpa sua, é do mundo, e cabe a nós apenas lutarmos até o fim para deter os seus avanços cruéis, mas não precisamos lutar sozinhos...- *Klaus começou a exitar em suas palavras* - ... podemos lutar juntos... - *Mais uma pausa nas suas palavras* - ... eu e você... para sempre.

*Klaus fechou os olhos, voltando a face para o lado novamente e ficou irritado consigo mesmo! Onde estava seu carisma? Sua graça? Sua confiança que fazia erguer homens caídos para a morte? Cerrou os punhos e as sobrancelhas, então voltou-se para Lori mais uma vez, determinado como nunca, e disse:*

- Lori, eu te amo. Eu quero ficar para sempre com você, não importa o que aconteça. Não há vida verdadeira quando estou longe de você e eu quero começar a viver novamente, para sempre junto de você.

*E Klaus ficou ali, com seus olhos determinados, olhando para Lori esperando uma reação.*


Última edição por Lucius_D em Dom 14 Set 2008, 13:51, editado 1 vez(es)
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Dom 14 Set 2008, 13:15

Amanda fala:
- Desculpem-me. Eu não devia estar chorando, não é? Ainda mais diante da salvação que Deus mandou até mim. Eu deveria estar agradecida. - *Formou um sorriso com seus olhos ainda úmidos pelas lágrimas.* - Sim, eu agradeço muito a Deus por ter nos enviado vocês para purificarmos a casa que me acolheu por tantos anos. Falando nisso...

*Ao ver Amanda assim, é a vez de Edmond a consolar. Ed se aproxima dela e a abraça de maneira forte mesmo sentindo dores ele ignora elas por enquanto.*

*O tom de voz de Edmond é doce e gentil.*

- Irei proteje-la e eu nunca faltei com minha palavra!*solta Amanda com um sorriso* Eu sei como é estar sozinho no frio da escuridão sem ter nada a não ser Deus olhando por mim, sei que isso é terrível mas agora, gentil Amanda, você não está sozinha!*tosse, um filete de sangue escorre pelo canto da boca e uma expressão de dor trespassa a face de Ed temporariamente* E não precisa se desculpar por chorar ou por qualquer coisa que sinta, não se preocupe em esconder o que tu sentes, isso apenas a machucará mais, só se concentre até tudo acabar, porque temos de trazer a paz a essas pobres criaturas. *Edmond faz um gesto em direção aos corpos, mas ele canbaleia levemente durante o gesto.*

- Ore Amanda. Sem temor ou preocupação, eu e Bastian estamos aqui e iremos a manter a salvo. E depois que tudo isso terminar eu vou conseguir para você a flor violeta mais linda que existe.

*Edmond volta a se sentar, mantendo toda a concentração que possuiu para ficar acordado e apostos.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Dom 14 Set 2008, 14:39

*Bastian fica com o semblante carregado quando Amanda menciona os corpos no chão como pessoas. Quando lutava contra este tipo de inimigo, nunca passava pela cabeça o que era ou como era esta pessoa. Rapidamente veio o pensamento de que visse seus pais deste jeito... Teria coragem para abate-los tão rapidamente como foi com estes aqui?*

*"Sim ranger... Você o faria sem exitar", Dizia uma voz em sua mente, "Porque as almas destas pessoas ja se foram. É um ato de amor para com o teu próximo libertar o corpo desta morte-vida para que a alma possa descansar com Deus!".

*Estas palavras vieram de um Ranger veterano de muitos combates. Sua convicção de que este era o certo a se fazer penetraram fundo na alma de Bastian e desde então seguia esta regra e não exitava em frente de nenhum deles... Mas o ranger ainda pensava se o velho veterano teve que por à prova suas convicções... Esperava Bastian que nunca chegasse a sua vez.*

*O ranger sai de seus devaneios quando seu nome é mencionado por Edmond. Começa a falar em tom baixo, mais para si que para alguém*

- É realmente muito estranho um homem vir até uma igreja de uma vila pacata para apenas amaldiçoar o lugar... Será que tem algo aqui que ele procurava em especial ou apenas faz parte de um plano maior de alguem?

*Bastian olha novamente para os corpos na cozinha e não aguentaria vê-los daquele jeito mais tempo. Olhou para Edmond*

- Acredito que seus sentidos sejam tão aguçados quanto os meus. Fique atento. Tem algo que preciso fazer.

*Bastian quer tirar aqueles corpos dali ou pelo menos organiza-los fora do ambiente. Ele procura uma toalha de mesa ou algo que possa cobrí-los e tirá-los para fora. se não tiver nada do tipo, ele simplismente retira dali e coloca os corpos na rua e organiza numa pilha para posteriomente realizar um rito funebre decente para os inocentes que pereceram.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Dom 14 Set 2008, 20:16

*A confusão era clara em Lori. Confiava nas palavras e decisões de seu warlord, mas dentro de sua experiência, achava que aquela retirada curta do campo de batalha e a separação do grupo como coisas ...desnecessárias. Claro, precisavam descansar e acalmar os ânimos, mas não via a utilidade e a profundidade disso. Assim, era com olhos embaçados de curiosidade e as sombrancelhas levemente erguidas em questionamentos não pronunciados que a eladrin aproximava-se da árvore que Kael estava apoiado. Tinha uma palavra ou duas na cabeça, mas as palavras de Amanda e tudo o que ocorrera antes ainda a confundiam, aconselhando-a a manter-se calada e apenas ouví-lo.

Quando ele virava-se, seu corpo ficava retesado e a mão ia instintivamente até o cabo da espada procurando confiança e, por mais estranho que fosse, conforto. O que havia naqueles olhos sérios e atormentados? O que viam ou procuravam nela? Seu impulso era aproximar-se e perguntar-lhe, mas não, não, haveria de respeitá-lo, as palavras logo viriam. Não pensava no passado, sequer sentia o cheiro da fumaça mais. Aquilo havia sido a tanto tempo! Apenas via os dois pequenos seres que amava, juntos, pois se reconhecia-lhe o valor como general, não podia deixar de lembrar de como fora um dia. Mas... como antes, o menino ainda era maior que o homem para ela. Assim, dava um imperceptível sobressalto ao escutar a voz possante dele e olhava em alerta mortal para a frente, para depois relaxar e obrigar-se a soltar o cabo da espada. Era Kael, fosse o que fosse que ele lhe dissesse, não seria com aquele instrumento de morte que viria a paz. Não, seria com o inusitado instrumento de sua voz e seu aparentemente cerrado coração.

Apenas não esperava que fosse o momento...E embora seu lado jovial achasse de uma diversão melancólica que ambos se entendessem em meio ao campo de batalha, sentia-se com o coração acelerado e despreparado para esse momento.*

- Não existe uma única palavra que saiu de meus lábios essa noite que possam me constranger, ou me sejam motivos de arrependimentos..

- Nós já sofremos muito até hoje... sofremos muito... separados. Cada um imerso em sua própria treva, impedindo-nos de sermos felizes um dia sequer depois daquela noite. Somente hoje eu percebi por que você se tornou assim. Você não fez isso porque sentiu-se em dívida com o paladino, mas porque culpou a si mesma pelo que aconteceu. Eu finalmente entendi isso nas suas palavras durante nosso último combate.

*Dizia baixinho em resposta e se aproximava dele um pouco mais, mas ainda distante o suficiente para que pudessem... não sabia, apenas sentia que não deveria tocá-lo, por ele e por si mesma. E agradecia a isso. Seu rosto ficava pálido com cada palavra e acabava dando um passo cauteloso e assustado para trás, não queria imaginá-lo sofrendo. Isso a fazia culpar-se ainda mais pelo passado... por tê-lo deixado sozinho num momento tão importante, mas sabia que usava isso apenas como um entorpecente para as outras verdades que ele dizia... Felicidade, não, nunca houvera, em dez anos...mas quisera acreditar que ele era, e essa auto enganação, fora-lhe suficiente, até agora. *

-... Kael... duas pessoas morreram na minha frente...eu quase perdi vo...

*Começava a respondê-lo, a desculpar-se ou a tentar, pois a vergonha daquele dia tingia seu rosto de vermelho e seu peito sangrava intermitente pelas vidas que não pudera salvar, pela vida que quase deixara se apagar. Mas não era tempo, havia mais... como saberia que naquele peito havia tanto peso? Tanta amargura enclausurada? Não queria, mas via-se dando um sorriso empático.. quanto tempo sofrendo separados e sem motivo... quantos segredos guardavam dentro de si mesmos...*

- Lori, o ataque do dragão não foi culpa sua. Nunca poderias tê-lo impedido de fazer o que ele fez naquela época, não importa o quanto tivesse treinado antes daquilo. Ainda eras apenas uma criança, e crianças devem ser protegidas por adultos, como somos hoje, e não o contrário! Muitos adultos eladrins morreram tentando nos proteger aquela noite, mas mesmo com todos os seus esforços, crianças morreram. Se você se sente mal pelos eventos daquela noite, saibas que fez o melhor que pôde depois daquilo. Tornou-se capaz de enfrentar bestas horrendas sem medo no coração e sua espada é mortal para elas. Parabéns pelo o que você se tornou: uma heroína eladrin. Mas heróis também são amados. Heróis também possuem suas vidas. Heróis, mais do que ninguém, merecem ser felizes pelos objetivos sublimes que alcançaram, lutando pelo bem do próximo acima do próprio bem-estar. Nenhum povo quer que seus heróis tenham vidas sofridas quando não precisam ter, como penitentes de crimes que não cometeram, mas sim ajudaram a combater. O mal do mundo não é culpa sua, é do mundo, e cabe a nós apenas lutarmos até o fim para deter os seus avanços cruéis, mas não precisamos lutar sozinhos...- *Klaus começou a exitar em suas palavras* - ... podemos lutar juntos... - *Mais uma pausa nas suas palavras* - ... eu e você... para sempre.

*O sorriso era breve, como a própria alegria em algumas vezes. Não queria ser confrontada com aquilo, não queria que sua culpa estivesse tão evidente, queria negar que achava em seus sonhos assustados que fizera algo errado e o dragão fora lá por sua culpa. Conscientemente sabia que não mas dentro de si mesma, num vale mais profundo, não acreditava e ria de sua própria ingenuidade. Não era uma criança, nunca se vira assim, era uma guerreira! Deveria te salvado aqueles que estavam ao seu lado. TODOS ELES. Sua cabeça balançava-se furiosamente de um lado ao outro, fazendo algumas mechas frontais se soltarem e ficarem apoiando-se em sua face de modo desconcertante. A trança fora de um lado ao outro, acertando-lhe os ombros e serpetendo ao redor deles, ergueu a mão até a cabeça como se sentisse uma grande dor. O peito estava acelerado e ouvia-se sua respiraçao ofegante, a qual condensava-se no gélido ar da noite como pequenas e brancas nuvenzinhas de fumaça. Poderia ser o que ele pretendia, mas Klaus, o warlord, compreendia o pequeno demônio que soltara do interior de Lori. Aquela vivacidade dos anos passados, a jovialidade não morreram, mas se transformaram em algo que a própria eladrin temia. Não era descontrole, não era raiva, era apenas uma intensidade e devoção tal que podia cegá-la para o bem alheio...para o seu real dever.*

- Lori, eu te amo. Eu quero ficar para sempre com você, não importa o que aconteça. Não há vida verdadeira quando estou longe de você e eu quero começar a viver novamente, para sempre junto de você.

*Mas assim como antes ele abrira a besta, ele a feria mortalmente, fazendo Lori erguer os olhos e deixar os braços cairem frouxamente ao redor de seu corpo. Não conseguia murmurar, sua respiraçao sumira, pois não exalava mais nuvens no ar. Seu rosto era uma assombrada caricatura de mulher... a qual, sem perceber o exterior, não saberia dizer como ocorrera, mas deixara seu escudo cair no chão e a espada parecia estranhamente grande e disforme no seu corpo feminino. Seria ela uma guerreira? Ou apenas uma mulher que tentara ser como o marido? Ou ambos? Poderia ser que sim... Constrangida, os lábios dela tremiam num suave bico, o que a levava a comprimí-los nervosamente, os olhos enchiam-se de água e perguntava se era chuva que lhe caía no rosto ou se apenas estava tão perto da morte que deixara escapar um sinal de fraqueza, coisa que repudiava mais do que tudo em si mesma.

Apesar de não querer, Lori ficava muda. Não conseguia pronunciar-se, apenas o olhava tola e infantilmente, não acreditando, não concebendo que alguém fraca como ela, que tanto errada, que seguira um caminho duro e árido para punir-se e se tornar melhor podia ter essa sorte. Klaus Vestfallen era seu coração desde o momento em que estendera-lhe a mão numa corrida em grupo com os amigos, na qual acabara tropeçando num pedaço de galho que estava no chão ou quando ele estendera-lhe um lenço para que secasse as lágrimas que nunca admitira ter ou apenas estravazasse a raiva quando saira correndo de casa, fugindo das discuções com sua mãe. Conceber que era retribuída, claro! Naquele dia muitas coisas foram demonstradas, mas nunca achara que essas palavras escapariam dos lábios dele, que as ouviria. Como agir, como proteger-se disso? Queria proteger-se? Perguntava-se em mudo espanto e descobria que não...Se uma faca lhe fosse apontada e viesse das mãos dele, aceitaria-a com um sorriso! Por que negaria-lhe a carícia das palavras?

Aproximava-se dele, seu semblante sério e atormentado, a mão ia até a espada e a desembainhava... uma espada, sempre uma espada... Como amaldiçoava aquela espada algumas vezes! Num gesto de furia, Lori fincava-a na árvore atrás de Klaus e dizia num tom de voz baixo e rouco, a emoção contida em cada baixo sibilo que dava. Seus olhos, ainda úmidos, mas jamais deixando que outra lágrima escorresse, pronunciava-se.*

- Seu sangue é como meu próprio sangue! Acha que eu aceitaria vê-lo caído na minha frente? Eu, que tanto errei ao julgar-me uma boa lutadora? Klaus, eu sou culpada de não tê-lo protegido! Outro nos protegeu e, o pior, eu guardo seu sangue em meu rosto até hoje. Ele arde e queima, lembrando-me de minha própria vergonha e fraqueza. Carrego uma espada e um escudo que foram dele, para que sempre meu passo seja para frente e não para trás. Eu não era criança demais, poderia ter seguido para a cidade, poderia tê-lo escondido ou ter ido sozinha, mas Eu o levei comigo, EU O LEVEI EM DIREÇÃO A UM DRAGÃO. Eu não queria esse caminho, acha que eu queria ou almejei ser boa como Amanda enquanto corríamos? Ou que pensei em trazer no peito esse ardor por um Deus e não pelo homem que sempre desejei? Não.. que a chama Rubra me perdoe um dia por ter dito algo assim além de meu peito...

*Soltando a espada e pousando uma das maos no ombro dele, Lori buscava os olhos escuros e sorria de modo feminino e doce. A mão que estava em seu ombro lhe subia pelo pescoço e por seu rosto como uma carícia, aonde retirava-lhe o óculos e o colocava apoiado de modo frouxo e bambo no cabo de sua espada*

- Hérois são aqueles que perecerão por uma causa maior que eles mesmos e eu a abracei, como forma de me corrigir, e se por tantos anos precisei sufocar dento de mim esse sentimento foi porque acreditei que sua felicidade deveria ser a maior do mundo, abençoada pela chama rosa e pela minha chama rubra que veria o quanto me dediquei a isso. Percebes que pede que eu desista desse ideal? ...

*Seu corpo ia um pouco a frente,o joelho levemente flexionado encostando no dele, como as palavras eram-lhe difíceis e como preferia jamais dizê-las..apenas demonstrar, mas ele fora-lhe honesto naquele momento, precisava sê-lo... por ele.. pelos dois... pelo futuro.*

- E eu prontamente me veria ao ponto de aceitá-lo... Mas o que seria de nós? Vamos abandonar essa vila, viver como párias de nossas próprias mentes? Pois os corações são aqueles que mais guiam os homens em direção ao caminho da destemperança e da ilusão fácil e somos dois tolos, meu amado Klaus. Por acreditarmos que nos dedicando a outra causa haveríamos de esquecer um sentimento como esse e um trauma. Não esquecemos, e agora somos coração e mente lutando, pois sabes que enquanto uma alma precisar de mim, eu estarei lá por ela e sangraria na batalha... deixano-o só em nome do meu dever. Podes amar alguém que está destinada a uma breve vida? Não posso ser aquela Lori, que tão levianamente viveu, apenas posso ser essa, meu warlord. Aceitaria meus desígnios? Aceita que tenho um caminho com a chama Rubra?

*Afastava o joelho e endireitava o corpo, sorrindo tristemente, como um moribundo que aceitava seu destino e via a esperança ao longe. Queria viver com ele, mas não voltaria atrás em suas próprias palavras.*

- Eu me calei por mais de uma década em sentimentos, temendo que jamais me visse como mulher, e agora sou obrigada a revelar-lhe que meu tempo ao seu lado pode ser curto. Não ousaria negar-lhe uma resposta. Também o desejo ao meu lado, és minha alma, sempre foi. Se eu me erguia do chão era porque eu sabia que seu olhar me daria força. Era meu warlord mesmo antes de se chamar um! Seu grito alegre ou triste me incitava a cada nova batalha. Klaus, o amor de uma guerreira é uma chama agressiva e pode ser como um dragão, destruidor. Nunca o neguei ou o contive, mas o calei por achar que merecia a felicidade de uma donzela comportada e cujas mãos nunca voltassem para casa cheirando a pêlo de cavalo e sangue, mas que o acariciassem com mãos macias e não calosas pelo cabo da espada. Se me quer, se realmente olha para essa eladrin e pensa: é essa que eu amo, então não deixaria mais nada para meu próprio peito. É o meu amado, tem a minha vida em suas mãos... Antes, agora e depois de quantos dragões destruidores passarem em minha ainda, ainda te amarei, Klaus. E nunca haverá sentimentos que deixem de ser verdade apenas porque o cale...e ohh, eu sei, calei-o por tantos anos e nunca o esqueci. Era meu maior pecado: pensar em ti quando precisava entoar salmos à minha chama Rubra.
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lucius em Sab 20 Set 2008, 10:55

Edmond escreveu:- Irei proteje-la e eu nunca faltei com minha palavra!*solta Amanda com um sorriso* Eu sei como é estar sozinho no frio da escuridão sem ter nada a não ser Deus olhando por mim, sei que isso é terrível mas agora, gentil Amanda, você não está sozinha!*tosse, um filete de sangue escorre pelo canto da boca e uma expressão de dor trespassa a face de Ed temporariamente* E não precisa se desculpar por chorar ou por qualquer coisa que sinta, não se preocupe em esconder o que tu sentes, isso apenas a machucará mais, só se concentre até tudo acabar, porque temos de trazer a paz a essas pobres criaturas. *Edmond faz um gesto em direção aos corpos, mas ele canbaleia levemente durante o gesto.*

*Amanda paralisou diante do abraço surpresa de Edmond, olhando-o nos olhos quando mencionou que iria protegê-la. Proteção era o que mais ansiava, e a promessa ecoou pela sua alma.

"Você não está sozinha!" - Mais uma frase impactante sobre a alma fragilizada da clériga. Sozinha, ela passou o pior dia de sua vida, vendo a morte separada dela apenas por uma porta. O peso desse dia caiu sobre ela imensamente agora, depois de libertada.

"E não precisa se desculpar por chorar..." - Amanda sentiu um impulso absoluto para chorar, e abraçou Edmond, buscando alguns segundos de proteção, onde poderia se permitir ser a simplória e ingênua clériga que tinha sido até hoje, apenas orando e realizando os trabalhos para a manutenção da igreja, a mesma igreja que agora era o covil de nefastas criaturas.*

Edmond escreveu:- Ore Amanda. Sem temor ou preocupação, eu e Bastian estamos aqui e iremos a manter a salvo. E depois que tudo isso terminar eu vou conseguir para você a flor violeta mais linda que existe.

*Amanda se recompôs ao ser lembrada de sua obrigação em orar e curar seus salvadores, então ela enxugou as lágrimas e disse, sorrindo para Edmond:*

- Sim, eu orarei! Aguardem um minuto que eu...

Bastian escreveu:- É realmente muito estranho um homem vir até uma igreja de uma vila pacata para apenas amaldiçoar o lugar... Será que tem algo aqui que ele procurava em especial ou apenas faz parte de um plano maior de alguem?

*Amanda olhou para Bastian, sem entender, e perguntou:*

- Disse alguma coisa, senhor Bastian?

Bastian escreveu:- Acredito que seus sentidos sejam tão aguçados quanto os meus. Fique atento. Tem algo que preciso fazer.

*Ao ver Bastian reunindo os corpos, Amanda disse, com lágrimas ainda nos olhos:*

- Eu devo ajudá-lo. É minha missão, afinal.

*E Amanda ajuda Bastian a levar os corpos para fora, afastados de Klaus e Lori, que pareciam estar tendo uma séria conversa, e logo depois Amanda foi pegar lenha na cozinha para realizar uma cerimônia improvisada de cremação, depois de estar certa que as almas dos mortos não estavam mais presas ao corpo, e orou para encaminhá-las aos céus, onde mereciam ser encaminhadas pelas vidas que levaram. Logo as chamas e a fumaça surgem no cenário desolado do vilarejo

Amanda aproveita mais cinco minutos em oração para recuperar suas forças.*

*Klaus não reagiu quando Lori retirou-lhe os óculos. Ele apenas olhava imensamente chocado para Lori diante da verdade plena que ela lhe revelava. Ele nunca teria imaginado que tudo tinha sido daquela forma, e nunca imaginaria se ela não lhe contasse. Mas esforçando-se por manter a firmeza carismática que se propunha, ele falou, com a voz mais tranqüila que podia falar:*

- Um herói não exige que seus protegidos vivam uma vida de privações em nome do sacrifício que cometeu por eles.

*Com a mão direita, Klaus ajeitou calmamente as tranças de Lori, para que ela ficasse bela como sempre.*

- E embora muita dor esta chama tenha trazido para nós, eu nunca pediria que você abandonasse o que és, deixando de lado sua consciência benigna em prol de nossos desejos egoístas. Não, Lori. Eu sou maior do que isso e você também é. Fomos tolos, é verdade, mas sentimentos existem para serem compreendidos e respeitados.

*Klaus abraçou-a devagar, apertando-a de forma crescente, enquanto falava, próximo ao seu ouvido esquerdo:*

- E quem disse que eu a deixaria sozinha um segundo a mais nessa vida? Não importa o que venha contra nós, eu nunca mais a deixarei sozinha, muito menos enquanto lutares por uma alma necessitada, e fico feliz que lutes porque eu também a deixaria para trás em nome de uma outra alma se não quisesses vir comigo, porque sou bondoso também. E mesmo que tenhamos apenas um ano, um dia, um segundo, eu quero passá-lo ao seu lado, Lori, para sempre lembrarmos que não estamos sozinhos. Temos um ao outro, minha amada.

*Klaus afastou o rosto de Lori, olhando-a nos olhos, e continou, com um brilho de esperança no olhar:*

- Sim, Lori Sankad, eu te quero, eu te amo, e nada mais há em meu peito. Apenas um desejo de dez anos que agora eu vou realizar.

*E Klaus moveu sua boca lentamente em direção à boca de Lori, beijando-a docemente e tranqüilamente, passando paz e tranqüilidade ao coração da guerreira para que se livrasse de todos os fantasmas do passado, pois agora ela não estaria mais sozinha para enfrentá-los. E Klaus demorou-se no beijo, como se quisesse valer os dez anos que esperou. Então finalmente ele se afastou e, ainda tendo Lori nos braços, ele disse:*

- Eu adoraria continuar isso por toda a eternidade, mas ainda temos um vilarejo para salvar, não é mesmo, serva da Chama Rubra? - *E sorriu para ela, livre de toda máscara e de todo medo. Klaus a olhou possuído de uma certeza e confiança nunca antes vista por Lori. Ele era invencível agora. Não lhe restava mais nenhuma fraqueza.*


Última edição por Lucius_D em Sab 20 Set 2008, 12:21, editado 1 vez(es)
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Sab 20 Set 2008, 12:13

Amanda age:
Amanda sentiu um impulso absoluto para chorar, e abraçou Edmond, buscando alguns segundos de proteção, onde poderia ser permitir ser a simplória e ingênua clériga que tinha sido até hoje, apenas orando e realizando os trabalhos para a manutenção da igreja, a mesma igreja que agora era o covil de nefastas criaturas.*

*Durante esse momento, Edmond acariciou o rosto da clériga de maneira gentil, e enxugou as lágrimas dela.*

-*sussuro* Irei proteje-la, não se preocupe.

*Edmond manteve a guarda enquanto Bastian e Amanda estavam fazendo os ritos fúnebres. Ele queria ajudar mas sabia que seu corpo não resistiria muito se Ed fizesse mais esforços. A outra coisa que o preocupava era os dois eladrins. Edmond sabe que eles tinham muita coisa para botar pra fora mas esperava que não demorassem demais senão ele deveria ir atrás deles, e também uma certa curiosidade sobre o que estava acontecendo passou por sua mente e foi desfeita por um acesso de tosse em que Edmond cuspiu uma boa quantidade de sangue*

*Para não preocupar os outros dois, Edmond disfarça o sangue com um lenço e se livra dele com um movimento rápido quando os dois estão distraidos com os ritos funebres.*

*Tom de voz de pesar.*

- Descansem em paz pois agora os seus corpos forma libertados deste destino cruel que se abateu sobre este templo.

Bastian falou:
- É realmente muito estranho um homem vir até uma igreja de uma vila pacata para apenas amaldiçoar o lugar... Será que tem algo aqui que ele procurava em especial ou apenas faz parte de um plano maior de alguem?

*Tom de voz triste e Edmond se mantém alerta a qualquer movimentação.*

- Realmente você é bem perspicaz Bastian, mas acredito que seja ambos, o problema é saber qual o plano e o que foi levado. Para isto devemos procurar por aquilo que deveria estar aqui e não está e/ou aquilo que não deveria estar aqui e está, fora os mortos-vivos. Pelos meus conhecimentos das artes arcanas, criar mortos-vivos é um processo complicado e deveria ter um custo de energia arcana muito alto. Devemos nos perguntar mais sobre "o lugar para se apreciar a vida". Creio que lá está a chave de tudo.
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Sab 20 Set 2008, 13:31

*Bastian realiza os ritos com Amanda em silêncio. Não havia nada o que ser dito por ele, pois suas ações geralmente falavam por si. Olhava rapidamente para Lori e Klaus e em seguida os gestos de carinho de Amanda e Edmond, não podendo evitar um suspiro triste ao lembrar de sua Querida Sarya. Bem que gostaria de estar se purificando em suas águas cristalinas e recebendo o afeto generoso da dama do lago neste momento...*

Amanda escreveu:- Disse alguma coisa, senhor Bastian?

Ed escreveu:- Realmente você é bem perspicaz Bastian, mas acredito que seja ambos, o problema é saber qual o plano e o que foi levado. Para isto devemos procurar por aquilo que deveria estar aqui e não está e/ou aquilo que não deveria estar aqui e está, fora os mortos-vivos. Pelos meus conhecimentos das artes arcanas, criar mortos-vivos é um processo complicado e deveria ter um custo de energia arcana muito alto. Devemos nos perguntar mais sobre "o lugar para se apreciar a vida". Creio que lá está a chave de tudo.

*Retornando sua mente ao presente, Bastian pensa um pouco*

- O lugar para se apreciar a vida... É um começo, Edmond. Refere-se o lugar que ficaria no subterrâneo, não é? Amanda, sabes de algo a respeito de um local assim ou algo muito precioso que era guardado aqui? Minha preocupação é nos demorarmos mais, pois o sujeito que conspurcou esse lugar já poderia ter agido de novo em outro lugar...

*Olha para o casal eladrin.*

- Que os sábios me perdoem, mas tantos os momentos que tiveram para ter aquela conversa, tinha que ser agora?

Lucius escreveu:*E Klaus moveu sua boca lentamente em direção à boca de Lori, beijando-a docemente e tranqüilamente, passando paz e tranqüilidade ao coração da guerreira para que se livrasse de todos os fantasmas do passado, pois agora ela não estaria mais sozinha para enfrentá-los. E Klaus demorou-se no beijo, como se quisesse valer os dez anos que esperou
.

*Desta vez um sorriso muito leve aparece na face de Bastian e se volta para a cozinha, murmurando novamente em élfico.*

- Finalmente... É realmente simples quando os sentimentos falam e nós finalmente escutamos.

*Se voltando para Amanda e Ed*

- Edmond... Tu está horrível! Até parece que foi ao inferno e voltou! Vai dar um jeito nisso! *riso*
Desculpe interromper tua reza, Amanda, não vou mais interromper... Mas se aqueles dois não voltarem em dez minutos, vou ter que lembrá-los de onde estão e do que vieram fazer.

*Rindo novamente, Bastian senta próximo ao corredor para continuar vigiando.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Sab 20 Set 2008, 20:25

* Arrepender-se de palavras ditas nunca funcionara. Uma vez que eram lançadas apenas restava observar o que ocorreria e Lori desejava abrir-se a tanto tempo. Pois aquela sensação era como um tipo de animal, que de tempos em tempos inflava-se em seu corpo e exigia tomar vez. Deixara-o sair, docemente, retirando-lhe as chamas e os espinhos. Seus olhos esverdeados, tão tímidos e femininos, usualmente escondidos nas chamas da furiosa determinação da batalha, detinham-se no rosto dele, em aparente calma, mas fervendo por dentro, tamanha a sua ansiedade.*

Klaus escreveu:- Um herói não exige que seus protegidos vivam uma vida de privações em nome do sacrifício que cometeu por eles.

- Em meus lábios não escaparia essa ofensa e não seria uma verdadeiramente leal a minha Chama Rubra se tais egoísmos passassem por minha mente.

*Respondia com doçura, embora tivesse uma nota brusca em sua voz, delatando seu estado emocional. Sabia que o grande gênio warlord de sua vila possuía um carisma de poucos e que estava sendo alvo dele. Sentia-se desprotegida e desnuda frente a Kael agora, lamentando um pouco o que fizeram, afinal poderia receber uma recusa naquele momento... e o que faria? Como seguiria? Com um sobressalto sentia a mão dele em seu cabelo, ajeitando as mechas que se soltaram de sua trança e seu olhar desajeitado parecia aumentar um pouco, deixando-a com a aparência mais nova e revelando o quão desprotegida se sentia.

E felizmente, o momento era breve, trazendo-lhe um olhar espantado e um retraído olhar emocionado, Lori desviava os olhos e levava a mão à própria face, como se tivesse sentindo a face esquerda em chamas.*

Klaus escreveu:- E embora muita dor esta chama tenha trazido para nós, eu nunca pediria que você abandonasse o que és, deixando de lado sua consciência benigna em prol de nossos desejos egoístas. Não, Lori. Eu sou maior do que isso e você também é. Fomos tolos, é verdade, mas sentimentos existem para serem compreendidos e respeitados.

- Nenhuma chama pode trazer tamanha dor assim. Somos nós quem escolhemos cada um de nossos passos, meus passos... Aceitando-me assim, compensa os erros que cometi antes e até os que ainda irei cometer, pois sempre me recordarei de que me disse isso..Shh...*Coloca o dedo nos lábios dele, calando-o suavemente.*- Tolice alguma e está certo... ou quase, pois certos sentimentos não deveriam existir.

*Dizia pensativa, tendo em mente os ciúmes que sentira de Amanda e seu grande ódio pelos dragões, devaneio interrompido pelo abraço inesperado de Kael, que a levava a dar um gemido rouco e abafado. As mãos, num gesto instintivo, apoiavam-se no peito dele, mantendo uma distância que era aos poucos rendida, fazendo com que os peitos se encostassem e Lori deixasse seu corpo apoiar-se confiantemente no dele, seu rosto inclinado para apoiar-se em seu ombro enquanto pequenos arrepios passavam pela sua coluna ao escutá-lo tão pertinho, o hálito dele aquecendo-a aos poucos.*

Klaus escreveu:- E quem disse que eu a deixaria sozinha um segundo a mais nessa vida? Não importa o que venha contra nós, eu nunca mais a deixarei sozinha, muito menos enquanto lutares por uma alma necessitada, e fico feliz que lutes porque eu também a deixaria para trás em nome de uma outra alma se não quisesses vir comigo, porque sou bondoso também. E mesmo que tenhamos apenas um ano, um dia, um segundo, eu quero passá-lo ao seu lado, Lori, para sempre lembrarmos que não estamos sozinhos. Temos um ao outro, minha amada.

- Achei que o mal das palavras errada apenas tivesse nascido em mim, mas alegra-me ver que compartilhamos agora mais partes de alma do que jamais compartilhamos antes. Se pudesse meu coração se modificar e perdoar, agradeceria ao dragão. Ele quem permitiu-nos esses ideais e essa força que possuímos. Nunca esteve sozinho Kael, independente de sua escolha, nunca o abandonaria, mesmo que seja mais forte do que eu, ainda estaria lá por você... Hahahaha, como soou boba e como odeio isso, mas o mundo mudou sua rota e meu coração por ouví-lo dizer que estamos juntos pelo vasto e curto caminho que possa ser a nossa vida.

*Seus olhos fechavam-se num momento de esperado descanso, abrindo-se docemente para ele quando a afastava de si, o suficiente para arrebatar-lhe o coração e conduzir às lagrimas, que tanto obrigara-se a sufocar. Aos seus olhos, depois de tantas surpresas, parecia-lhe normal e perfeito que seus lábios se encontassem com os deles, num beijo terno e exigente, ao menos da parte ela, pois eram sentimentos demais para ficarem presos daquele modo em seu peito. Agora que podia demonstrá-los e esses saltavam em toda a sua força e instensidade, fazendo-a se afastar com o rosto corado e os lábios suavemente inchados pela carícia. Dando uma risadinha, Lori permitia-se afastar o rosto para olhá-lo, embora suas mãos ainda estivessem na cintura dele e seu tronco colado ao dele.*

- Nossos ânimos estão em baixa, mesmo um warlord insensível daria um descanso ao seus soldados. Seria pedir demais apenas mais um....minuto?

*Lori dava uma pequena risadinha, alta e jovial, como há muito não se ouvia, deixando que seus olhos emocionados encontrassem a transparência que se exibia no rosto do seu amado. Havia uma luta a sua frente, mas jamais haveria outra dentro dela, prometia a si mesma em pensamentos, enquanto erguia a mão e a passava no rosto sem óculos de Kael. Precisava colocar os óculos de volta, precisava de sua espada, mas haveria mais um minuto para os dois, apenas mais um minuto...*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lucius em Ter 23 Set 2008, 16:55

Lori escreveu:- Nossos ânimos estão em baixa, mesmo um warlord insensível daria um descanso ao seus soldados. Seria pedir demais apenas mais um....minuto?

*Klaus olhou surpreso para Lori, mas logo um simples sorriso surgiu em seu rosto, pois pela primeira vez ela olhara para ele e não para sua chama. Observando que os demais ainda estavam envolvidos com os ritos crematórios, ele respondeu.

- Um minuto? Lori, dediquei minha juventude inteira a você. Esse minuto não será seu, será nosso.

*E beijou-a novamente, com a vontade e exigência que ela demonstrasse, aproveitando cada segundo para marcar para sempre em sua memória este momento. Seu sonho tinha se realizado! Era apenas o começo dos dois novamente juntos, mas tinha sido um bom começo.

Depois de aproximadamente um minuto, Klaus afastou-se devagar, pois não queria se afastar, mas disse:*

- Vamos. Estamos sendo aguardados.

*E sorriu para Lori, aproximando-se dos demais segurando a mão dela.*

Bastian escreveu:- Edmond... Tu está horrível! Até parece que foi ao inferno e voltou! Vai dar um jeito nisso!

*Amanda, que já tinha terminado suas preces, voltou-se para Edmond e disse:*

- EU vou dar um jeito nisso. Repouse na cadeira, por favor, senhor Edmond. - *Falou estendendo o braço direito em direção a Edmond.*

*Então Amanda fechou os olhos enquanto entoava preces em voz baixa, quando chamas violetas acenderam-se docemente em sua mão e começaram a se espalhar pelo corpo de Edmond, aliviando suas dores aos poucos, curando seus ferimentos. Quando Amanda acabou, Edmond estava completamente recuperado. Com a face expressando cansaço mas ainda assim sorrindo, Amanda disse:*

- Nunca estamos sozinhos, Edmond.

Edmond escreveu:- Realmente você é bem perspicaz Bastian, mas acredito que seja ambos, o problema é saber qual o plano e o que foi levado. Para isto devemos procurar por aquilo que deveria estar aqui e não está e/ou aquilo que não deveria estar aqui e está, fora os mortos-vivos. Pelos meus conhecimentos das artes arcanas, criar mortos-vivos é um processo complicado e deveria ter um custo de energia arcana muito alto. Devemos nos perguntar mais sobre "o lugar para se apreciar a vida". Creio que lá está a chave de tudo.

Bastian escreveu:- O lugar para se apreciar a vida... É um começo, Edmond. Refere-se o lugar que ficaria no subterrâneo, não é? Amanda, sabes de algo a respeito de um local assim ou algo muito precioso que era guardado aqui? Minha preocupação é nos demorarmos mais, pois o sujeito que conspurcou esse lugar já poderia ter agido de novo em outro lugar...

*Os olhos de Amanda arregalaram-se em pavor ao ouvir os questionamentos de Bastian e Edmond, voltando sua atenção para o corredor, apenas pronunciando as seguintes palavras:*

- Não pode ser! O Bastão Draconior!

*Voltando-se para seus salvadores, vendo que Klaus e Lori já estavam na cozinha, Amanda, com os olhos ainda aflitos, começou a se explicar:*

- Há uma câmara subterrânea que acessamos da biblioteca do primeiro andar da igreja. Escadas levam aos subterrânos onde está um artefato, forjado pelos próprios Mestres, o item sagrado responsável pela Barreira ao redor da Ilha Draconian: O Bastão Draconior. Como todos sabem, uma barreira mágica impede que os dragões lá aprisionados destruam o mundo como querem. É assim a mais de mil anos. Depois de feita, a barreira nunca mais precisou do Bastão, por isso ele foi deixado aqui por muitos séculos. Somente nós, clérigos que viéssemos a este vilarejo, sabíamos que ele estava aqui. Nunca fomos atacados, nunca! Por isso apenas apreciávamos a beleza daquele item sagrado, que emana o amor dos Mestres até hoje, trazendo paz e tranqüilidade pela vida que ele nos permite apreciar, devido a sua existência. A vida não seria como a conhecemos hoje caso o Bastão não existisse. Ninguém poderia imaginar que depois de tanto tempo alguém teria interesse no Bastão mas, se há, então.... então dragões devem estar envolvidos no ataque... dragões...

*Amanda parou, refletindo apavorada no que dizia. Ela nunca tinha visto um dragão antes e, pelas histórias que ouviu, preferiria nunca ter de ver, mas o dever a chamava. A igreja e seus clérigos que a acolheram no passado, perdoando os crimes por ela cometidos, precisavam dela agora. Mesmo que sofresse, mesmo que morresse, ela deveria fazer o melhor para salvar o item sagrado confiado a eles por tanto tempo.

Um pouco mais determinada, Amanda olhou para os seus ouvintes, preparando-se para ver suas reações e responder às suas perguntas.*

[Klaus usou Inspiring Word sobre Lori e sobre si mesmo. Amanda usou dois Healing Words sobre Edmond.

Klaus = 1 de dano / Lori = 1 de dano / Bastian = 5 de dano]
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Ter 23 Set 2008, 18:56

Amanda fala:
- Nunca estamos sozinhos, Edmond.
*"He, realmente ela é uma boa garota, pura... virgem... hum... será um real desafio! E também eu não tenho nada mais a perder mesmo, minha imagem é de um ladrão mesmo." Pensa Edmond. Edmond olha nos olhos de Amanda e fala com ela com uma voz doce e um pouco perdida.*

- Realmente um anjo...[Edmond usa diplomacy para a cantada] desculpe eu me excedi novamente onde estou com a cabeça...[bluff para tentar fingir vergonha]*Ed fica com uma expressão de vergonha no rosto* Obrigado por tratar os meu ferimentos. *Ed se levanta e se distancia da cadeira evitando olhar para Amanda*
Amanda conta a história do templo:
- Há uma câmara subterrânea que acessamos da biblioteca do primeiro andar da igreja. Escadas levam aos subterrânos onde está um artefato, forjado pelos próprios Mestres, o item sagrado responsável pela Barreira ao redor da Ilha Draconian: O Bastão Draconior. Como todos sabem, uma barreira mágica impede que os dragões lá aprisionados destruam o mundo como querem. É assim a mais de mil anos. Depois de feita, a barreira nunca mais precisou do Bastão, por isso ele foi deixado aqui por muitos séculos. ...A vida não seria como a conhecemos hoje caso o Bastão não existisse. Ninguém poderia imaginar que depois de tanto tempo alguém teria interesse no Bastão mas, se há, então.... então dragões devem estar envolvidos no ataque... dragões...
*"Droga, merda! Por que tinha de ser Dragões? Podiam ser borboletas ou até vampiros! Maaaaaaaas nãããããoooo: tinham que ser Dragões, porcaria!" Edmond mantém uma firmeza em sua voz como se tudo aquilo não o afeta-se, porém alguém treinado na detecção de mentiras saberia que ele está tremendo por dentro.*

- Resumindo o que provavelmente aconteceu: algum imbecil, idiota ou mentecapito, fez um pacto com as largatixas superdesenvolvidas, em troca de provavelmente poder e de não ser morto com o resto da criação, obiviamente. Agora temos que tentar impedir que o bastão Draconior seja roubado e se ele foi roubado devemos roubá-lo de volta. *tom de voz irônico* Adoooooroooooo o meu trabalho... tenho de pára com essa maldita língua de bardo, porcaria...*tom de voz normal* Acredito que os Mestres não confiariam em uma só tranca para aqueles projetos de destruição e morte-certa. Como na prisão para os melhore ladinos: Sempre há mais de uma tranca.*Uma expressão assassina passa pela face de Edmond e sua voz fica fria como se estivesse prometendo a morte a qualquer um que esteja ali* Certamente se eu encontrar este futuro cadáver, lhe darei a morte mais lenta e dolorosa que se teve notícia até hoje!

*Sua voz volta ao normal assim como a sua face.*

- Bem, acho que todos estamos entendidos, então *pega um tocha e começa a se dirigir para o corredor* deixem que eu cuidarei das trancas e, por favor, *olha de soslaio para os eladrins sorrindo* silêncio.
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Qua 24 Set 2008, 00:32

*Bastian ficava cada vez mais carrancudo a medida que via e ouvia tudo...*

"Eles precisam mesmo ficar namorando numa hora destas? Tanto tempo que tiveram ANTES e foram fazer isso agora? E esse especialista em papo furado querendo se arranjar com a Sacerdote... Absurdo! Cada vez que vejo mais as pessoas, prefiro ficar com os animais da floresta! Ah... Como sinto falta de ti Sarya..."

*E como um problema nunca pode vir só...*

"Bastão Draconior? DRAGÕES?? Não faltava mais nada... Se tem dragão envolvido então é um problema Colossal! Porque eu tinha que sair da floresta? Mas que droga!"

*O ranger estava agora visivelmente irritado e menos ainda predisposto a conversas irrelevantes ao objetivo. Tomava um último gole de água e em seguida preparava o arco e flechas enquanto falava*

- Faço minhas as palavras do especialista... Vá na frente Edmond que eu estarei logo atrás de ti para cobrí-lo... Os demais nos seguem discretamente... Se puderem.

*Bastian levanta e segue alguns passos atrás de Ed cautelosamente [Furtividade] para fazer a cobertura enquanto avançam pelo corredor.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Qua 24 Set 2008, 17:47

*Dando uma risadinha quase tola, o que fazia Lori constranger-se consigo mesma, sentia-se como a pré-adolescente de outrora, escondendo-se atrás de piadas e de pilherias. Essa sensação de perceber-se ainda jovem e tola demais deixava-a com um suave desconforto e constrangimento em sua personalidade já bem definida. Mas tais pensamentos e controvérsias não há impediam de aproveitar aquele segundo beijo que era-lhe ainda mais especial do que o primeiro. O porquê? Abrindo os olhos verdes, onde um “que” misterioso brilhava, Lori evitava de responder a si mesma.*

- Não apenas eles, temos a esperança de toda uma vila em nossas mãos. Estou ao seu lado Kael, vamos em frente.

*Voltando para o grupo de amigos, a guerreira trazia um sorriso gentil no rosto e apesar de querer evitar, não evitava um sorrisinho especialmente radiante para Amanda. Não sabia, é claro, que ela já mudara e não apresentava a mesma postura em relação a Kael, apenas... deixara seu ciúme e seu orgulho serem saciados um pouquinho, apenas um pouquinho. Pena que isso durava-lhe pouco. Com aquela revelação, a paz fora-lhe quebrada e seu corpo enrijeceu ao ponto de parecer a corda de um violão, os olhos dilataram-se como os de um gato assustado, as pupílas grandes, as narinas infladas, sua mão ia até o cabo da espada e apertava-o de modo determinado.

Caso algum animal estivesse por perto, Lori seria a vítima ideal, pois exalava medo e terror. Atacaria até Klaus naquele momento, caso esse ousasse lhe atacar, num gesto instintivo de auto-preservação. Conhecendo-se o suficiente, a eladrin afastava-se do grupo e dava as costas a ele. Ouvia-os atentamente, mas reservava para si mesma tais expressões.

Dragões, malditos dragões... raça amaldiçoada, assassinos desamaldados que não conheciam o valor de uma vida não mereciam o perdão ou a misericórdia. Como um desagraçado ousava facilitar o domínio dessas bestas escamadas sobre os povos de Pandora? Como? Morte, traga-lhe a morte!, pensava Lori, mas igualmente sentia ímpetos de fugir, segurar a todos pelo braço e sair o mais rápido que podia...Mas e as almas que lá viviam? E aqueles que confiavam nela e esperavam que os salvassem, de seus amigos que contavam com sua espada e seu escudo? Era uma alma presa a um juramento, uma alma cuja vontade possuía menos liberdade do que qualquer outro.

Ainda retesada e calada, os lábios formando uma linha dura, embora ainda apavorada, Lori dirigia um olhar vazio e apático para Ed, não entrando em sua piadinha ou no clima geral do grupo. Seu coração não ousava lhe dar esse descanso. Murmurava para Klaus.*

- Se eu dizer fuja, qualquer que seja o momento, obedeça-me e não olhe para trás.

*Era comum que dizesse isso, não era reflexo da desconfiança da capacidade dele ou mesmo da própria, apenas... sabia bem demais do poder de um dragão e era humilde a ponto de admitir que poderia falhar...Morte, como podia vir-lhe tão cedo assim? Nem tiveram tempo ... Retirando a espada e postando-se a frente de Kael, Lori seguia a fila que se formava.*

- Amanda, fique perto de mim ou de Bastian...
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lucius em Qua 24 Set 2008, 21:53

Amanda escreveu:Ninguém poderia imaginar que depois de tanto tempo alguém teria interesse no Bastão mas, se há, então.... então dragões devem estar envolvidos no ataque... dragões...

Lori escreveu:Conhecendo-se o suficiente, a eladrin afastava-se do grupo e dava as costas a ele. Ouvia-os atentamente, mas reservava para si mesma tais expressões.

*Diante da menção da palavra Dragões, Klaus arregalou os olhos perdido. Em meio às lembranças traumáticas de sua infância, ele nem mesmo percebeu que soltara a mão de Lori e agora esta afastava-se dele. A lembraça da áura aterroradora que aquele dragão negro lhe impora ainda hoje era capaz de paralisar seus movimentos. Fechou os olhos como se estivesse se esforçando para acordar de um sonho ruim, então os abriu novamente e viu Lori distante, completamente atribulada pelos fantasmas do passado. Um passado que apenas tinham começado a resolver...

Aproximando-se da eladrin, Klaus pousou a mão em seu ombro direito, pelas costas, e disse, com a voz grave:*

- Chegou o dia de enfrentarmos nossos demônios, Lori, frente a frente. Seja a vitória ou a derrota, nós não podemos viver uma vida plena sem resolvermos este problema. Este desafio é para nós. Parece até que consigo compreender por que nossa amada Matriarca te mandou nesta missão. Essa missão foi feita para nós! Eu quis vir e ela assim aceitou. Ela deveria saber o que nos esperava. Vamos confiar nela, Lori.

Lori escreveu:- Se eu dizer fuja, qualquer que seja o momento, obedeça-me e não olhe para trás.

*Klaus a olhou amavelemnte e disse:*

- Eu confiarei em ti, Lori.

*Então Klaus voltou-se para os demais que já partiam para dentro do corredor. Havia um problema se fossem agora...

Edmond escreveu:- Bem, acho que todos estamos entendidos, então *pega um tocha e começa a se dirigir para o corredor* deixem que eu cuidarei das trancas e, por favor, *olha de soslaio para os eladrins sorrindo* silêncio.

Amanda escreveu:- Faço minhas as palavras do especialista... Vá na frente Edmond que eu estarei logo atrás de ti para cobrí-lo... Os demais nos seguem discretamente... Se puderem.

Lori escreveu:- Amanda, fique perto de mim ou de Bastian...

*Amanda os interrompeu, com preocupação explícita em sua face:*

- Es...esperem! Podemos.... podemos descansar mais um pouco? ... Estou cansada de minhas preces... eu preciso de mais um tempo, senão não serei... capaz de mantê-los de pé. Por favor, me dêem mais alguns minutos. Eu quero ir o mais rápido possível em direção ao bastão mas...

*Klaus a interrompeu, continuando:*

- ... Mas seria suicídio seguir agora, não é isso? Admito que também ainda não recuperei minhas forças, mas podemos ir agora, caso não se importem de ter uma morte rápida e sem sentido depois de tudo o que passamos. E então, batedores, o que farão?

[Klaus = 1 de dano / Lori = 1 de dano / Bastian = 5 de dano]
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Qua 24 Set 2008, 22:30

Amanda fala:
- Es...esperem! Podemos.... podemos descansar mais um pouco? ... Estou cansada de minhas preces... eu preciso de mais um tempo, senão não serei... capaz de mantê-los de pé. Por favor, me dêem mais alguns minutos. Eu quero ir o mais rápido possível em direção ao bastão mas...
*Ed somente pensa"Hum... sem cura... acho que é muita mão!" Ele simplesmente olha novamente para Amanda, com um olhar gentil e sua voz se torna doce e sorri.*

- Gentil Amanda, acho que podemos esperar que se recupere. Mas também temos de pensar o que pode ser feito para tirar o bastão de seu lugar de proteção, mas quanto a suicídio Klaus é melhor medir suas palavras meu pai cometeu essa loucura a menos de um mês...*olhar frio para Klaus* Então da mesma forma que você reagiu quando eu falei sobre dragões na taverna... *volta o seu olhar para Amanda* Desculpe-me acho que perdi a calma...*um toca gentil no ombro de Amanda e sussura para que somente Amanda ouça* só de olhar para você já me dá uma inspiração e recupero o pouco de sanidade que ainda possuo...

- Desculpe-me Bastian, mas acho melhor que todos nós irmos juntos porque temos, todos habilidades que se complementam, e creio que será nescessário daqui a pouco.
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Qua 24 Set 2008, 23:06

- Chegou o dia de enfrentarmos nossos demônios, Lori, frente a frente. Seja a vitória ou a derrota, nós não podemos viver uma vida plena sem resolvermos este problema. Este desafio é para nós. Parece até que consigo compreender por que nossa amada Matriarca te mandou nesta missão. Essa missão foi feita para nós! Eu quis vir e ela assim aceitou. Ela deveria saber o que nos esperava. Vamos confiar nela, Lori.

*Mesmo julgando-se preparada, Lori dava um pequeno saltinho e virava-se apressadamente, olhando-o um tanto ofegante,sendo necessario qeu fechasse os olhos e soltasse lentamente o ar entre os labios para poder relaxar um pouco, as palavras eram como sons confusos, como o som de diferentes animais tentando chegar ate ela, era preciso um esforço quase impossivel.*

-Esses demônios não precisavam surgir em nossa vida, poderiam meramente serem destruidos pelos valorosos guerreiros que o caçam...apenas isso, ja me faria aceitar o que houve, a certeza de que ninguem mais iria passar por tais situações.Minha vida não precisa disso, do perdão de uam criatura bestial como essa...para nos, muitos morreram, muitos estao mais preparados e ate devotaram sua vida a procurar aquele dragão, eles seriam mais bem utilizados aqui....Não creio que soubesse, essa missão era para Bastian, nós somos apenas dois peões aqui, brincando nas mãos das Chamas...uma brincadeira cruel...

*Lori sabia compreender e ate perdoar com relativa facilidade, mas quando se refereriam aos assustadores e odiosos dragões essa postura de modificava, não podia perdoar, não aceitava mesmo as palavras daquele que tanto amava, não era pedir demais, para ela, o terror sempre existiria e novamente sentia a face umida, como se o sangue quente do paladino estivesse uam vez mais cobrindo-a.Erguendo a mão, tocava a de Kael que estava em seu ombro e dizia-lhe em tom de desculpa.*

-Pronunciar-me, foi simples por sempre ter sido esse meu desejo.Mas não peça que perdoe uma maldicao como os dragões, não sou uma eladrin com tais objetivos, vivo para protege-los, não para perdoa-los, Amanda pode se dedicara isso...

*Indo a frente,observava discucao com ar distante, não conseguia se envolver, ainda estava abalada demais.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Qua 24 Set 2008, 23:17

*Era tudo que Bastian não queria ouvir. Sua irritação pela demora agora era ainda mais efervescente. Tanto que revira os olhos em desaprovação.*

Klaus escreveu:- ... Mas seria suicídio seguir agora, não é isso? Admito que também ainda não recuperei minhas forças, mas podemos ir agora, caso não se importem de ter uma morte rápida e sem sentido depois de tudo o que passamos. E então, batedores, o que farão?

*Bastian olha diretamente para Klaus agora...*

- Suicídio?? Morte rápida?? Se realmente tem um dragão lá, será o mínimo que vamos encontrar!! Mas ele ja deve ter ido Embora com o aretefato se for esperto... Demoramos demais! Querem descansar? que seja então! Mas a não ser que o ladrão esteja nos esperando... E ele teve bastante tempo... Não encontraremos esse tal bastão aqui! E fico feliz em saber que tu confias nos teus companheiros a ponto de achar que eu quero enfrentar sem pensar este nível de ameaça e não apenas verificar o perigo que possa ter a frente... Mas agora que eu sei que a missão é MINHA...

*Olha para Lori rapidamente.*

- Perdoem a minha Ignorancia!


*Bastian Inspira profundamente antes de continuar...*

- Eu vou vigiar o corredor.

*Bastian se afasta do grupo e fica no corredor vigiando*

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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  gangrel em Qui 25 Set 2008, 23:13

Bastian escreveu:- Suicídio?? Morte rápida?? Se realmente tem um dragão lá, será o mínimo que vamos encontrar!! Mas ele ja deve ter ido Embora com o aretefato se for esperto... Demoramos demais! Querem descansar? que seja então! Mas a não ser que o ladrão esteja nos esperando... E ele teve bastante tempo... Não encontraremos esse tal bastão aqui! E fico feliz em saber que tu confias nos teus companheiros a ponto de achar que eu quero enfrentar sem pensar este nível de ameaça e não apenas verificar o perigo que possa ter a frente... Mas agora que eu sei que a missão é MINHA...

*Ao ouvir o último comentario acalorado vindo de dentro do templo, o jovem paladino fica feliz, pois finalmente Gotark havia imposto à ele sua primeira tarefa. A felicidade passou rápido, o jovem paladino abaixa a cabeça e concentra-se em todo seu treinamento, estava nervoso devido sua inexperiência, mas era óbvio que nenhum dos futuros companheiros nessa investida perceberia isso.*

*Hekameah pensa em todas as informações recebidas até agora, contando com o que acabou de ouvir, e organiza seus pensamentos. Os jovens com certeza estão enfrentando um problema, pois se fosse uma simples exploração, não nessecitavam de descanso. "Morrer" e "ladrão" não lhe agradava aos ouvidos, mas fica feliz em perceber que o garoto que falou é sensato.*

*Bom, havia um problema, embora ele ainda não soubesse direito o que era, pareciam precisar de sua ajuda, e era o que ia fazer.*

*Hekameah concentra-se um pouco para que não seja percebido seu nervosismo, recolhe energias para a missão e fala em prece.*

- Agradeço Mestre, por confiar à mim honrosa missão, e espero sinceramente que muitos sejam os desafios.

*Hekameah caminha para dentro do Templo. Sem dúvida não é difícil perceber qualquer ser caminhando com uma armadura completa e ainda mais Hekameah agora, que queria se fazer perceber. E antes mesmo de aparecer pelo corredor ele começa a se apresentar, para não assustar os aventureiros e evitar flechas nervosas.*

- Abençoados sejam todos aqueles que vem em nome do Bem.

*Então ele aparece na porta*

- Meu nome é Hekameah, servo e devoto do Mestre da Chama Azul, venho em auxílio.

*Ele sorri e olha para o grupo, e faz um aceno com a cabeça confiante, como quem aprova um grupo de vencedores, esperando com isso motivar um grupo que em sua vista parece começar a ser tomado pelo stress, e não gostaria que discussões infrutíferas tomassem seu tempo e energia.*

- Embora haja reclamações de atrasos e perda de tempo, eu considero esta providencial. Sobre o tempo perdido nada posso fazer, mas aos que precisam de descanço, estes eu sem dúvida posso ajudar, se assim me permitirem.

*Hekameah fica parado aguardando uma resposta, fez o que tinha que fazer, ofereceu sua ajuda a um grupo desconhecido, e gostaria que aceitassem. Resolver problemas em grupo é sempre mais eficaz do que sozinho, mas é claro que a resposta não mudaria a rota do Paladino.*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lucius em Sex 26 Set 2008, 16:17

Edmond escreveu:- Gentil Amanda, acho que podemos esperar que se recupere. Mas também temos de pensar o que pode ser feito para tirar o bastão de seu lugar de proteção, mas quanto a suicídio Klaus é melhor medir suas palavras meu pai cometeu essa loucura a menos de um mês...*olhar frio para Klaus* Então da mesma forma que você reagiu quando eu falei sobre dragões na taverna... *volta o seu olhar para Amanda* Desculpe-me acho que perdi a calma...*um toca gentil no ombro de Amanda e sussura para que somente Amanda ouça* só de olhar para você já me dá uma inspiração e recupero o pouco de sanidade que ainda possuo...

*Amanda não pôde deixar de sorrir ao ver que eles haviam esperado por ela, mas as palavras sobre suicídio tiraram o sorriso de seu rosto. Então essa era parte da dor de Edmond...

Amanda segurou a mão de Edmond sobre seu ombro e apenas sorriu educadamente.

Klaus, que sorria ironicamente da iniciativa impensada dos batedores, tirou o sorriso dos lábios ao saber que errara da mesma forma que Edmond havia errado para com ele na taverna. Mas o que veio depois tirou todo o resquício de paz que possuía.*

Lori escreveu:Não creio que soubesse, essa missão era para Bastian, nós somos apenas dois peões aqui, brincando nas mãos das Chamas...uma brincadeira cruel...

*Surpreso pela fuga da guerreira, Klaus arregalou os olhos e lhe questionou, sinceramente confuso:*

- Como assim "essa missão é para Bastian"? E o que nós passamos não conta?

*Mas nem teve tempo de ouvir uma resposta e Bastian explodia:*

Bastian escreveu:- Suicídio?? Morte rápida?? Se realmente tem um dragão lá, será o mínimo que vamos encontrar!! Mas ele ja deve ter ido embora com o artefato se for esperto... Demoramos demais! Querem descansar? Que seja então! Mas a não ser que o ladrão esteja nos esperando... E ele teve bastante tempo... Não encontraremos esse tal bastão aqui! E fico feliz em saber que tu confias nos teus companheiros a ponto de achar que eu quero enfrentar sem pensar este nível de ameaça e não apenas verificar o perigo que possa ter a frente... Mas agora que eu sei que a missão é MINHA...

*Todos os nervos de Klaus ergueram-se contra as palavras desesperançadas e revoltantes do ranger bárbaro. Klaus olhou para Bastian com sincera fúria nos olhos! Nunca havia admitido que seus companheiros, soldados ou não, destruíssem tão simplesmente as muralhas de esperança que ele se esforçava em construir em seus corações. Klaus ignorava a regra de que oficiais não deviam dar ouvidos a soldados tolos, chegando a brigar muitas vezes com eles quando cometiam erros como o de Bastian, e Klaus não tinha mudado! Bastian não era seu soldado, era pior: ele era um colega de aventuras! Alguém que por laços diferentes do exército havia lutado ao seu lado contra uma mortal ameaça, e isso somente aumentava o valor que Klaus dava a suas palavras. Com a voz enfurecida, Klaus replicou, gritando, sem mais paciência, para o ranger descontente:*

- ACHA QUE VAMOS MORRER? SENTE-SE INCAPAZ DE SEGUIR EM FRENTE? ENTÃO ME FAÇA UM FAVOR: VOLTE COVARDEMENTE PARA FAERINN, ONDE EU TEREI O PRAZER DE CONTAR A TODOS SOBRE TUA FRAQUEZA E VERGONHA! PENSAR? COMO VOCÊ SABE O QUE PENSEI? EU DISSE QUE A ESCOLHA ERA DE VOCÊS! VOCÊS! QUALQUER COISA QUE EU TENHA PENSADO A TEU RESPEITO NÃO FOI PIOR DO QUE TUAS PALAVRAS ME FIZERAM PENSAR AGORA! ÉS UM FRACO! UM FRACO....

*Klaus ergueu o punho fechado determinado a dar um soco no rosto de Bastian, mas Amanda se interpôs no caminho, afastando os dois com seus braços:*

- PAREM! PAREM DE BRIGAR, POR FAVOR!

*Aos poucos as lágrimas voltavam aos olhos da clériga, profundamente entristecida de ver seus salvadores entregues à furia uns contra os outros. Klaus parou, respeitoso, e olhando para Amanda, abaixou o braço. Fechou os olhos e disse:*

- Somente entre neste templo se...

*Klaus parou de falar, pois o barulho do metal lhe chamou a atenção. Logo entrou um humano.*

Hekameah escreveu:- Meu nome é Hekameah, servo e devoto do Mestre da Chama Azul, venho em auxílio.

- Embora haja reclamações de atrasos e perda de tempo, eu considero esta providencial. Sobre o tempo perdido nada posso fazer, mas aos que precisam de descanço, estes eu sem dúvida posso ajudar, se assim me permitirem.

*Klaus olhou surpreso para Hekameah, perguntando-se de onde tinha saído aquele paladino. Paladino... aos poucos os elementos iam se unindo: Ele, Lori, Dragão, Paladino. Tudo ia aos poucos tornando-se uma imperfeita repetição do passado sombrio. Mas desta vez o resultado seria diferente! Desta vez, nem mesmo o pessimismo de Bastian iria arruinar a sua vida! Ele o mataria se fosse preciso! Klaus não estava disposto a desistir da felicidade maravilhosa que acabava de encontrar, e viesse o que viesse, ele estaria totalmente devotado a vencer o desafio! Por ele e por ela...

Amanda interrompeu as lágrimas que se formavam em seu rosto e voltou-se para Hekameah, dizendo:*

- Um... paladino...? Chama azul? - *Amanda fechou os olhos duplamente agradecida a Deus: primeiro, por que Ele lhe enviava mais um emissário contra o mal que atacara sua igreja, depois pelo fato de sua chegada ter interrompido uma briga séria. E que eles se esquececem que estavam brigando!*

*Amanda recolheu os braços mas manteve-se entre os dois e disse:*

- Seja muito bem-vindo a esta casa de Deus, meu irmão. Eu sou Amanda Labarantis, uma clériga da Chama Violeta. Esta é uma igreja do Septágono, sem chama definida, lar de todos aqueles devotados à sagrada missão de chegarmos à evolução pelos ensinamentos das Sete Centelhas Divinas. Ficaria muito feliz se você se unisse a nós... - *Amanda falou com voz hesitante, olhando para os demais enquanto buscava suas aprovações.*

*Klaus percebeu seu olhar e falou com o paladino:*

- Senhor Hekameah, sou Klaus Vestfallen, oficial do Exército Eladrin de Faérinn. Não faço barreiras para que se una a nós em nossa luta nesta igreja, mas sabes exatamente contra o que estamos para lutar?
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Ignácius em Sex 26 Set 2008, 19:27

*Edmond ao ver a briga se iniciando, simplesmente solta Amanda e espera quando ela se levanta, e tenta ajeitar as coisas. "Espero que esses dois não me forcem a entrar no meio, porque se eu tiver de parar as crianças eles não vão gostar. E ainda bem que essa missão não é minha." Edmond toma o lado de Amanda e com uma expressão séria, e olha para Klaus e depois para Bastian.*

Amanda fala:
- Seja muito bem-vindo a esta casa de Deus, meu irmão. Eu sou Amanda Labarantis, uma clériga da Chama Violeta. Esta é uma igreja do Septágono, sem chama definida, lar de todos aqueles devotados à sagrada missão de chegarmos à evolução pelos ensinamentos das Sete Centelhas Divinas. Ficaria muito feliz se você se unisse a nós... - *Amanda falou com voz hesitante, olhando para os demais enquanto buscava suas aprovações.*

*"Um paladino! Mas que droga, isso tá cada vez melhor! Daqui a pouco aparece o Green Rage aqui, dizendo que vai quere o bastão e vai devora agente! Só falta isso!" Pensa Edmond. A expresão de Edmond demonstra surpresa, e ele segura a mão de Amanda e olha para ela nervoso. Edmond fala com uma voz educada.*

- Seja bem vindo![bluff] Sempre é bom ter mais um bom guerreiro, principalmente com o tipo de missão que temos. *olha para Bastian e depois para Klaus* Espero que vocês guardem essa "vontade" para o que quer que esteja lá em baixo.

-*sussuro para Amanda* Me de forças. E não se preocupe eu irei protege-la do que quer que esteja lá embaixo.

[Edmond mantém a posição de alerta]
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Fabricix em Sab 27 Set 2008, 18:58

Lori escreveu:Não creio que soubesse, essa missão era para Bastian, nós somos apenas dois peões aqui, brincando nas mãos das Chamas...uma brincadeira cruel...

*Mais uma gafe de Lori... mais uma discussão inútil! Bastian desistiu de segurar seus ressentimentos e jogou tudo para fora de uma vez! Pensava se teria se passado e até mesmo em se retratar, porém...*

Klaus escreveu:- ACHA QUE VAMOS MORRER? SENTE-SE INCAPAZ DE SEGUIR EM FRENTE? ENTÃO ME FAÇA UM FAVOR: VOLTE COVARDEMENTE PARA FAERINN, ONDE EU TEREI O PRAZER DE CONTAR A TODOS SOBRE TUA FRAQUEZA E VERGONHA! PENSAR? COMO VOCÊ SABE O QUE PENSEI? EU DISSE QUE A ESCOLHA ERA DE VOCÊS! VOCÊS! QUALQUER COISA QUE EU TENHA PENSADO A TEU RESPEITO NÃO FOI PIOR DO QUE TUAS PALAVRAS ME FIZERAM PENSAR AGORA! ÉS UM FRACO! UM FRACO....

*Klaus ergueu o punho fechado determinado a dar um soco no rosto de Bastian...

*Agora sim que a paciência de Bastian se esgota! Quem ele pensa que está chamando de covarde? A medida que falava, Bastian abandonava sua expressão de raiva para a a total inespressividade. Quem olhasse para ele agora e não o conhecesse, diria que ele desistiu de discutir... Mas para bom observador, bastava os punhos fortemente fechados e o reluzir frio do seu olhar para saber... estava furioso!*

"Venha Klaus... Vou jogar algumas verdades na tua cara seu..."

Amanda escreveu:Amanda se interpôs no caminho, afastando os dois com seus braços:*

- PAREM! PAREM DE BRIGAR, POR FAVOR!

*Aos poucos as lágrimas voltavam aos olhos da clériga, profundamente entristecida de ver seus salvadores entregues à furia uns contra os outros.

*Batian via Klaus se acalmar e fez o mesmo. Não conseguia mais ficar furioso diante do olhar triste da sacerdote, mas não olhava para Klaus. Não queria recomeçar a discussão... Não agora pelo menos.*

*Ficou indiferente ao aparecimento do Paladino. Sua cabeça pensava em outras coisas e ja que ele parecia estar ali para ajudar, não faria objeções ou comentários.*

- Eu vou fazer meu trabalho... Peço desculpas aos outros, pois acabei me esquecendo de que tem algo para ser feito la embaixo... Esta conversa ainda não acabou Klaus... Num momento mais apropriado quem sabe?

*Olha para o recém chegado*

- Bem vindo...

*Bastian pega uma das tochas e se dirige para o salão principal cuidadosamente, para uma verificação de pistas e outras coisas que talvez possam ser úteis (Ou seja, faz o trabalho de batedor.)*


Última edição por Fabricix em Dom 28 Set 2008, 08:11, editado 1 vez(es)
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  gangrel em Sab 27 Set 2008, 19:19

*Hekameah sorri, fica feliz em ser bem vindo ao grupo, parecia um grupo bom, nervoso, mas bom. Ao olhar e perceber que não estavam feridos e sim cançados, com esxeção do que sai de vista, o paladino apenas se aproxima e sugere uma ideia que lhe parece razoável e talvez resolva o dilema de todos*

- Bom, percebo que alguns realmente precisam descançar, e percebo também que o grupo é grande, e se posso dar minha opnião diria que quem pode ir adiante vá indo, e os outros nos alcança depois, assim não se perde tempo. E posso ficar sabendo o que se passa no caminho, se alguém puder fazer a gentileza de me contar. (o paladino fala sorrindo para o grupo)

*Agora Hekameah parece ter duas missões, a de ajudar a vila e a de ajudar esse grupo a continuar sendo um.*

*Hekameah permace no mesmo lugar desde que entrou, observando a reação dos agora companheiros, fazendo força para não julgar reação nenhuma, já que não conhecia o passado deles*
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Re: Le Dulce - Aldrin

Mensagem  Lizie em Dom 28 Set 2008, 08:56

*Sair de Faérinn mostrava-se agridoce. Os olhos, notoriamente perturbados, evitavam fixar-se nas pessoas presentes na sala. Fora covarde e quisera achar um modo de fuga para um situação tão incômoda mas usara o que pior possuía e agora tinha dois amigos ofendidos com suas malditas palavras. O que fazer?Apenas se calava e novamente deixava que todos falassem por ela. Estava de acordo com Bastian: se queriam realmente encontrá-lo, agora em nada isso faria diferença. Quando Hekameah entra na sala, Lori o olhava ainda mais perturbada e guardava a espada, desistindo de ir em frente. Não acreditava nisso: um paladino da Chama Azul? E ele acreditava em destino! Bom, ele e Klaus podiam dar as mãos e acreditarem em destino o quanto quizessem. A guerreira que era, preferia acreditar que fazia o próprio e não que era comandada.

O estouro de Klaus levou a eladrin a afastar-se do grupo e a observar a sala, como se procurasse alguma coisa. Precisava se acalmar, precisava se concentrar e não seria tomando partido e apartando as coisas, como Amanda fazia, que agiria. Não, apenas se pronunciaria na certeza de seu próximo movimento. Encontrando uma cadeira tombada, erguia-a e se sentava nela, a cabeça tombada para baixo, o queixo praticamente encostando no seu peito. Suicidio? Entraram numa igreja cheia de zumbis, muitos chamariam isso de suicídio.

Seus olhos seguiam no entanto os movimentos de Bastian, não queria se intrometer, mas certas coisas eram maiores do que ela e arremessaria aquela cadeira em cima dele se tentasse encostar no warlord. Mas, felizmente tudo ficou para depois e sabia que ela também precisava se retratar com ele. Depois, no entanto, quando Bastian se erguia, ela deu um olhar de puro tédio para o Hekameah, chateada por ele ser tão bom com as palavras e por ele usar a palavra que começou toda essa discussão:”descanso”.*

- Não sei fazer silêncio e até as palavras saem mal formadas de minha boca quando escapam dela, mas te acompanho, Bastian, contrária às minhas tolas e impensadas palavras ditas a pouco. Essa não é apenas a sua missão. Em frente. Seja bem vindo, paladino...Sou Lori Sankad e acho que já notou o que esperar de mim...
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Re: Le Dulce - Aldrin

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